Thursday, January 06, 2011

Escritores e Cozinheiros



Citando alguém muito bom para se (re)começar o ato da escrita: Rubem Alves em seu texto delicioso de nome citado acima, no livro Retorno (E)Terno:

"Tenho um sonho que, acho, nunca realizarei: gostaria de ter um restaurante. Mais precisamente: gostaria de ser um cozinheiro. As cozinhas são lugares que me fascinam, mágicos: ali se prepara o prazer. Mas para preparar o prazer, o cozinheiro deve ser psicólogo, um adivinho de desejos, conhecedor dos segredos da alma e do corpo. Mas não sei cozinhar. Acho que é por isso que escrevo. Escrevo como quem cozinha. Minha cabeça é uma cozinha. O cozinheiro cozinha pensando no prazer que sua arte irá causar naquele que come. Eu escrevo pensando no prazer que o meu texto poderá produzir naquele que me lê.

A relação entre cozinhar e escrever tem sido frequentemente reconhecida pelos escritores. É a própria etimologia que revela a origem comum de cozinheiros e escritores. Nas suas origens, sabor e saber são a mesma coisa. O verbo latino sapare significa, a um tempo, tanto saber quanto ter sabor. Os mais velhos haverão de se lembrar que, num português que não se fala mais, usava-se dizer de uma comida que ela sabia bem. Saber e experimentar o gosto das coisas: comê-las. O sábio é aquele que conhece não só com os olhos, mas especialmente com a boca. Quem conhece só com os olhos conhece de longe, pois a visão exige distância; muito de perto a gente não vê nada. Quem conhece com a boca conhece de perto, pois só se pode senti gosto daquilo que já está dentro do corpo.

Suspeito que Roland Barthes também tivesse uma secreta inveja dos cozinheiros. Se assim não fosse, como explicar a espantosa revelação com que termina um dos seus mais belos textos, a lição? Confessa que havia chegado para ele o momento do esquecimento de todos os saberes sedimentados pela tradição e que agora o que lhe interessava era "o máximo possível de sabor''. Ele queria escrever como quem cozinha - tomava os cozinheiros como seus mestres. Ele queria ler como quem come uma comida deliciosa.

Mário Quintana também diz do seu sonho de produzir com a escrita, uma coisa que fosse boa de ser comida e trouxesse deleite ao corpo.
Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu lhe saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto...

A ideia de comer me sugere uma associação deliciosa. Pois comer não se aplica só ao que acontece a mesa. Comer se usa também para descrever o que acontece na cama. Comer e fazer amor. O cozinheiro e o amante são movidos pelo mesmo desejo: o prazer do outro. A diferença está em que o amante oferece o seu próprio corpo para ser comido, como objeto de deleite. O escritor, à semelhança dos amantes, também oferece o seu corpo ao outro, como objeto de prazer. Só que sob a forma de palavra. Cada escritura é uma celebração eucarística: Tomai, comei, isto e o meu corpo...

A leitura tem de ser uma experiência de felicidade. Desejo o prazer do meu leitor. E cada leitor, como o sugeriu Barthes, impõe ao escritor uma condição para seu prazer: "O texto que o senhor escreve tem de me dar prova de que ele me deseja.'' É preciso que as palavras façam amor, como o sugeriu Andre Breton. Por isso que Borges aconselhou aos seus estudantes que eles só deveriam ler os textos que lhes dessem prazer: "Se os textos lhes agradam, ótimo. Caso contrário, não continuem, pois a leitura obrigatória é uma coisa tão absurda quanto a felicidade obrigatória.'' Não se pode comer por obrigação. Não se faz amor por obrigação. Não se pode ler por obrigação.

É este o secreto desejo de cada escritor: o prazer do leitor.
Enquanto viajava liguei o rádio do meu carro e ouvi o anúncio de um curso de leitura dinâmica: a leitura sob o domínio da velocidade. Esta é a última coisa que um escritor pode desejar. Pois o prazer exige tempo. Quem está no prazer não deseja que ele chegue ao fim. Comer depressa, para acabar logo? Fazer amor depressa, para acabar logo? O prazer é preguiçoso. Arrasta-se. Demora. Deseja parar para começar de novo. E depois de terminado, espera pela repetição.
Esta é a razão por que eu gostaria de ser cozinheiro. É mais fácil criar felicidade pela comida que pela palavra... Os pratos de sua especialidade, o cozinheiro os sabe de cor. Já foram testados, provados, gozados. Basta repetir, fazer de novo o que já foi feito. Mas é justamente isto que está proibido ao escritor. O escritor é um cozinheiro que a cada semana tem de inventar um prato novo. Cada semana que começa é uma angústia, representada pelo vazio de três folhas de papel em branco que me comandam: "Escreva aqui uma coisa nova que dê prazer!'' Escrever é um sofrimento. Todo texto prazeroso conta uma mentira. Ele esconde as dores da gestação e do parto. De vez em quando alguém me diz: "Como você escreve fácil!'' Fico feliz. Alguém me confessou o seu prazer no meu texto. Mas sei que esta facilidade só existe para quem lê. O fogo que me queimou ficou na cozinha. Mário Quintana diz que é preciso escrever muitas vezes para que se dê a impressão de que o texto foi escrito pela primeira vez. Sim, para que se dê a impressão... Porque se o sofrimento do escritor aparece, o seu texto terá o gosto de comida queimada.

Por isso que, a cada semana, sinto uma enorme tentação de parar de escrever. Para sofrer menos. Escrever é um cozinhar em que o cozinheiro se queima sempre.
Mas vale a pena ficar queimado pela alegria no rosto de quem come a comida que se fez."

E se basta

Tuesday, March 10, 2009

Seguindo a linha CICERONE...


Seguindo a linha CICERONE... ao contrário do que algumas ilustres pessoas pensam que é só mais uma da minha veia (a cinematográfica no caso emquestão)... Aqui vai mais um minuto de cultura inútil.
[Aos interessados em cultura REALMENTE útil, posso inserí-la sob solicitação.]

É que gosto de ensinar coisas...desde que a interessados...assim, Atrê (do www.conversaatrevida.blogspot.com) já dizia que é sexy quem ensina, acho que sou sexy há - pelo menos - 6 anos e não sabia. (risos)

Bem, de lado as chorumelas e direto ao ponto (hmm...) falemos do dia 1º de April, April Fool's, Poisson d'Avril, no Brasil, países falantes de língua inglesa e França, respectivamente.

Além das muitas possíveis explicações mencionadas a tida com maior grau de certeza é a de que, segundo minhas fontes historiadoras (algo com que a wikipedia curiosamente concorda) no ano de 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo - chamado Juliano -, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril.

Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

No século XVIII a 'festividade' era apontada como datando desde Noé.
Certo artigo de jornal inglês publicado em 13 de abril de 1789 explicava que o dia teve suas origens com o envio muito adiantado do corvo, por Noé, antes das águas baixarem (aquelas do dilúvio, lembram?).

Ele teria feito isso no primeiro dia do mês hebreu que corresponde a abril.

Outra referência possivel ao primeiro de abril pode ser vista nos Contos de Canterbury (de 1400), particularmente no Conto chamado "o conto da Freira do Clérigo (tradução aproximada de 'Nun's Priest's tale'), um conto de dois tolos: Chantecler e a raposa, que teria ocorrido em 32 de março.

Wednesday, March 04, 2009

Beleza Roubada - 123 minutos de busca contra a dor transformada em lirismo.



Tudo bem, meu post dessa vez - como se fosse a única - é uma menção do post de uma outra mocinha escritora Mariana Warth. Mas só e somente cito porque concordo palavra com palavra com o que ela infomra sob re o filme. Exceto, é claro, quando chama a trilha de adolescente


"O filme é lindo. A trilha, adolescente. Um misto de jazz, soul, alternativo, folk. É como o filme: uma jovem que descobre o mundo atraves das sensações de infância, novas experiências, passeios no campo e cheiro de mato. Liv Tyler faz o papel de uma menina de cidade grande que vai passar as férias no interior da Itália. Dá-se a história.

Em qual trilha poderia se misturar Portishead, Hoover e Liz Phair com Billie Holiday, Nina Simone e Stevie Wonder? Ainda, os progressivos Cocteau Twins?! Me parece que a menina da cidade grande leva as novas tendências para o interior mas também aprende a ouvir o antigo. O filme mostra isso claramente. A personagem passa grande parte do tempo ouvindo música, o que trouxe de casa. E o velho tio parece lhe sugerir o que deve ser interessante... e muito mais...

Não posso contar muito sobre o filme - mas que também não tem nada demais, é apenas um belo filme de Betolucci, com lindas locações, imagens de sonho, para que todos queiram se mudar para o interior tranquilo de qualquer país pacífico mesmo da nossa imaginação. É aquele lugar do nosso desejo. A gravação de Billie Holiday de "I´ll be seeing you" tem aquele som de rádio velho, vitrola com ruído, exatamente todos os barulhos imperfeitos que escutamos quando em paz, nesse lugar idílico.

Uma pena é que a trilha não conte com nenhuma gravação italiana. Claro, não esperava nenhuma tarantella ao ouvir a trilha, muito menos ao ver o filme. Mas talvez a questão da tradição familiar imbutida no filme pudesse ser traduzida por alguma canção do gênero. Mas não faz mal. Creio que a trilha de Beleza roubada seja irretocável, para todos os gostos. Uma delícia de ouvir."

Graças ao nosso amigão ta vizinhança - não, não é o Homem-Aranha, é o Youtube.com temos aqui uma palhinha da coisa de arte: Trailer - Stealing Beauty - Beleza Roubada (1996)

Resista você. Seja diferente. Tente não ver e não querer ter também esta Beleza Roubada.

Em cena dois links de críticas bacanas com:
Cinema em cena 1.
e
Cinema em Cena 2.

Wednesday, February 11, 2009

"O Leitor" me parece um puta comensal, com perdão pelo trocadilho. De mentes, de coisas e de conceitos.



QUANDO OUVI PELO RÁDIO O MONDO LIVRO - É um programa para rádio sobre tudo que gira ao redor dos livros e dos autores, no Brasil e no mundo.
Veiculado na Guarani FM (96,5), em BH, às 9h10 e 18h30. Duração: um minuto e meio, num oferecimento da Patrimar Engenharia. - QUASE TIVE UM ATAQUE ORGÁSTICO EM PLENA AVENIDA. UMA LEITURA DENSA E INSTIGANTE EM APENAS 218 PÁGINAS!


"Cansei de ouvir falar bem do livro O Leitor do alemão Bernhard Schlink. Escrito em 95, está publicado em 40 países e ganhou inúmeros prêmios. Finalmente, ele chega ao Brasil, pela Editora Record.
O livro conta a história de um rapaz de quinze anos que tem um ardoroso caso de amor com Hanna, de trinta e nove. Uma mulher madura, sensual e autoritária. Seus encontros eram precedidos de leituras de autores clássicos, como Goethe, Dickens, Tolstói e Schiller. Depois, ele faziam amor. Até Hanna desaparecer no ar.
Sete anos depois, o rapaz, estudante de direito, é convidado para ser jurado, em um caso de crimes de guerra nazista. Quem era uma das acusadas? A sua ex-amante. Aí, ele mergulha nas lembranças e vive o dilema de amar uma criminosa, supostamente capaz dos atos mais horrorosos.
Este é o enredo de O Leitor, que vem com uma novidade: foi adaptado para o cinema, com um belo casal nos papéis principais: Kate Winslet e Ralph Fiennes. É o caso clássico: leiam o livro e vejam o filme. Eu estou curiosíssimo." (Agradecimentos a Mondo Livro) E eu então...!

"Para o elenco, foram convidados os já conhecidos de Hollywood, Raph Fiennes e Kate Winslet. Fiennes interpreta o papel de Michael Berg na fase adulta, enquanto Kate atravessa as décadas retratadas no filme através do belo trabalho de envelhecimento feito por Ivana Primorac e sua equipe de maquiagem. David Kross foi o jovem ator escalado para interpretar Michael Berg durante as décadas de 50 e 60, onde se passa a maior parte da história. Kross é um ator em ascensão na Alemanha, mas desconhecido nos EUA e principalmente no Brasil, porém desempenha o papel com sutileza e precisão. David tinha 15 anos quando foi selecionado para a produção, entretanto a agenda das filmagens teve que ser reestruturada para que o garoto tivesse 18 anos completos quando as cenas de sexo fossem rodadas.

As relações sexuais de fato estão constantemente presentes na película, assim como os reflexos que essas causaram em Hanna e Michael. A diferença latente de idade entre os personagens principais - alvo de muitos ataques e repreensões quando o romance foi lançado - é justificada por Daldry quando afirma que Hanna e Michael devem ter 21 anos de diferença para que pertençam a gerações diferentes e encarem a guerra de maneiras diferentes, caso contrário, o efeito não seria o mesmo."
(linkado de Cine pop)

Friday, January 23, 2009

MODOS DE AMAR


Modo de amar – I

Lambe-me os seios
desmancha-me a loucura

usa-me as coxas
devasta-me o umbigo

abre-me as pernas
põe-nas nos teus ombros

e lentamente faz o que te digo:

Essa aqui é uma palavrinha mágica (daquelas que levanta defunto) de uma série de 15 textículos intitulados Modo de Amar, de uma colega das letras - Maria Tereza Horta - que vocês podem acompanhar na íntegra postados aqui no blog (?) do também amigo das letras Carlos Seabra.


Caros amigos, leitores,e afins, deleitem-se com o que escorre dessas palavas...

Saturday, January 10, 2009

Palavras que se rep(fl)etem

The Tyger
By William Blake

Tyger! Tyger! burning bright,
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?

In what distant deeps or skies
Burnt the fire in thine eyes?
On what wings dare he aspire?
What the hand dare seize the fire?

And what shoulder, and what art?
Could twist the sinews of thy heart?
And when thy heart began to beat,
What dread hand, and what dread feet?

What the hammer? What the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? What dread grasp
Dare its deadly terrors clasp?

When the stars threw down their spears,
And watered heaven with their tears,
Did he smile his work to see?
Did he who made the Lamb, make thee?

Tyger! Tyger! burning bright,
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?
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O TYGRE

Tradução: Augusto de Campos

Tygre! Tygre! Brilho, brasa
que a furna noturna abrasa,
que olho ou mão armaria
tua feroz symmetrya?

Em que céu se foi forjar
o fogo do teu olhar?
Em que asas veio a chamma?
Que mão colheu esta flamma?

Que força fez retorcer
em nervos todo o teu ser?
E o som do teu coração
de aço, que cor, que ação?

Teu cérebro, quem o malha?
Que martelo? Que fornalha
o moldou? Que mão, que garra
seu terror mortal amarra?

Quando as lanças das estrelas
cortaram os céus, ao vê-las,
quem as fez sorriu talvez?
Quem fez a ovelha te fez?

Tygre! Tygre! Brilho, brasa
que a furna noturna abrasa,
que olho ou mão armaria
tua feroz symmetrya?

[CAMPOS, Augusto - "O Tygre"
In: Viva Vaia (Poesia 1949-1979)
Livraria Duas Cidades, São Paulo, 1979]

+++++++++++++++++++++++++++

O TYGRE

Tradução: José Paulo Paes

Tygre, Tygre, viva chama
Que as florestas de noite inflama,
Que olho ou mão imortal podia
Traçar-te a horrível simetria?

Em que abismo ou céu longe ardeu
O fogo dos olhos teus?
Com que asas atreveu ao vôo?
Que mão ousou pegar o fogo?

Que arte & braço pôde então
Torcer-te as fibras do coração?
Quando ele já estava batendo,
Que mão & que pés horrendos?

Que cadeia? que martelo,
Que fornalha teve o teu cérebro?
Que bigorna? que tenaz
Pegou-te os horrores mortais?

Quando os astros alancearam
O céu e em pranto o banharam,
Sorriu ele ao ver seu feito?
Fez-te quem fez o Cordeiro?

Tygre, Tygre, viva chama
Que as florestas da noite inflama,
Que olho ou mão imortal ousaria
Traçar-te a horrível simetria?


[PAES, José Paulo - "O Tygre"
In:Gregos & Baianos - Ensaios
Ed. Brasiliense, São Paulo, 1985]

Um pouco de cultura estrangeira...

William Blake nasceu em 28 de Novembro de 1757 sendo ele o terceiro filho de uma família de cinco filhos de um vendedor de Londres. Por causa da profissão relativamente clásse média de seu pai, Blake foi criado no memso estado de miséria que ele experimentou durante todo o resto de sua vida.

Quando criança ele já havia tomado gosto pela pintura e acabou sendo mandado pra escola de desenho, afinal. O jovem Willian somente a educação suficiente para aprender a ler e escrever para trabalhar na loja de seu pai.

Apesar de Blake ter recebido muito pouco de uma educação traducional ele era bem versado em literatura grega e latina, na Bíblia e em Milton.

Friday, January 09, 2009

Homens e hormônios... quem é o sexo frágil agora?


Mais uma vez xeretando e palpitando sobre as palavras dos outros... respondo o que não me foi perguntado: Porque a maioris dos homens prefere sexo matinal?

Ou como se disse no blog da amiga Atre numa postagem dela própria sob o título "10 coisas que TODA mulher precisa saber sobre os homens NA CAMA". No item de número sexto vemos:
6. Dar a ele um bom início de dia

Daí questiono eu:

Sabem porque a maioria dos homens está predisposta a achar isso de sexo no início do
dia ótimo?

Opções:
(a) porque eles tem idéias realmente mágicas, as vezes, quase adivinham o que a mulher está desejando - que nem aquele sapato de couro de cobra caríssimo que viram no shpping noutro dia.

(b) porque como homem não vive sem sexo, é maníaco mesmo, eles precisam de um pouco (?) de sexo no início do dia só pra saber que ainda está vivo.

(c) porque ele adora pensar que se ele fosse mulher adoraria dar logo de manhãzinha, só pra pode ficar com a sensação de ser comida por uma tora o dia in-tei-ri-nho!(E acha que tudo vai de acordo com a cabeça insana dele!)

(d) porque homeme é igual a menino, não pode ver nada que já diz que tá querendo - até mesmo sem saber do que se trata (se for a gostosa da vizinha então...hmm...!) - e como a mulher é a primeira "coisa" que ele vê ao acordar...sobra pra pobrezinha...!

(e) n.d.a.



Quem optou pela DIFÍCIL escolha da letra (e) acertou! Mas sabe o real motivo?

Entre algum outro motivo excuso produto da mente masculina está o fato de haver uma alta no "estoque" hormonal masculino pela manhã...(ou pelo menos é nisso que querem que a gente acredite...)

Joguinho rápido de palavras na net para os que deixei curiosos - ou, em outras palavras, algumas respostas mais extensivas e esclarecedoras:

1 - Até a Marie Claire já sabia disso...


2 - Peço licença ao companheiro blogger Bráulio Wanderley que postou este aqui: em seu Blog História Vermelha


E para os machistas desesperados por informação mas que nunca iriam perguntar - outros detalhes da conduta sexual/hormonal masculina ...

3 - Sobre a fertilidade (ou infertilidade) masculina

4 - http://www.animalbombado.com/musculacao-variado/terapia-reposicao-hormonal.html


...mas tem da feminina também!

5 - E finalmente uma autoridade aqui: A palavra da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana

Uma salva de palmas e um viva à hipófise!